Domingo, 28 de Abril
Fila de Espera da Emergência Hospitalar


Estava aguardando minha vez. Tive uma crise de garganta e febre. Enquanto esperava, comecei a pensar na quantidade de coisas que havia planejado resolver na semana que estava prestes a iniciar, e assim começou minha torcida para que aqueles sintomas fossem alarme falso. 

Nada feito. Fui pego de jeito por uma gripe forte, que trouxe febre, catarro, dor de garganta e indisposição.

Por que falar sobre isso aqui na Carta, Arthur? 

Certa vez eu estava escutando um Podcast do Robert T. Kiyosaki, e uma estatística interessante foi apresentada: o motivo número um pelo qual as famílias quebram nos Estados Unidos, é a saúde.

Problemas de saúde são a causa número um da falência familiar nos Estados Unidos. Além dos impactos financeiros, há também a parte óbvia da coisa – problemas de saúde comprometem nossa vitalidade. Ainda assim, muitas pessoas não fazem o dever de casa. 

Em um outro episódio, escutei um dos sócios do Kiyosaki afirmar que em seu time de palestrantes - estamos falando de vagas intensamente disputadas - haviam duas exigências não técnicas: ser ético e manter a saúde em dia. Para se tornar um palestrante naquela empresa, o candidato precisaria se alimentar bem e fazer atividades físicas regularmente. Haviam exames periódicos para comprovar se todos andavam em linha.

Por se tratar de palestrantes, aquilo acabou chamando a minha atenção. Contudo, é claro que este alerta serve para todos nós.

Aos poucos fui me deparando com vários exemplos de empresários e empreendedores de alta performance que respeitam a saúde com rigor. Abílio Diniz, o time do Jorge Paulo Lemann... A lista é vasta e crescente.

Aos poucos, não apenas por isso, fui adaptando meu estilo de vida
Primeiro cortei refrigerantes, depois embutidos, depois reduzi drasticamente as frituras, pão, dentre outras coisas.
Já sabemos disso, mas parece que fazemos questão de esquecer: a medicina ocidental é preventiva. Nenhum de nós está imune aos riscos de uma nova doença ou uma fatalidade, mas há muito que podemos fazer para evitar problemas graves de saúde. 

Tudo bem, mas insisto - por que falar sobre isso aqui na Carta?

Porque, na média, não fazemos o dever de casa. 
Assim como nas finanças, sabemos o que precisa ser feito, mas não o fazemos. 

Nenhuma novidade na Carta de hoje, mas como nunca sabemos de onde virá a mensagem que irá nos fazer refletir (no meu caso, por exemplo, veio inesperadamente de um episódio num podcast gravado nos Estados Unidos), de forma simples, objetiva e direta: 

A melhor coisa que você pode fazer para a sua carreira e para as suas finanças é fazer atividades físicas regularmente e se alimentar bem.

Estamos acostumados a usufruir para pagar. Gastamos, usamos e parcelamos em 10x. Nas nossas vidas contemporâneas, o benefício vem na frente, o sacrifício depois.

Temos um problema: o modelo que vigora no mercado de trabalho não funciona dessa forma. 

Primeiro muito suor, para então correr o risco de ter uma empresa de sucesso. O mesmo com sua carreira. O mesmo para quem quer ingressar no serviço público.

Cuidar da sua saúde vai além da estética, é uma questão de respeito por si mesmo, pelos seus sonhos e por sua família. Se você pensar racionalmente, é uma questão de inteligência.

Mais uma vez: a melhor coisa que você pode fazer para a sua carreira e para as suas finanças é fazer atividades físicas regularmente e se alimentar bem.

Então faça. 
Considere este um conselho de alguém que torce pelo seu sucesso. 


Do meu lado, fico na torcida para que a sua saúde esteja em dia. 
Seguimos juntos. 

Forte Abraço,
Arthur Lemos.

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