Recife, 16 de Fevereiro de 2019
Arthurzinho fez um ano de vida. Houve uma pequena pressão familiar para que fizéssemos uma festa (totalmente compreensível). Porém, não fizemos.

 

Reservamos uma mesa em um restaurante que fica em um Shopping e marcamos às 13hrs com os familiares e alguns amigos próximos. Trinta pessoas no máximo.

Uma torta (em permuta =D), três balões, comandas individuais, pouquíssimos docinhos e um parquinho que fazia parte do restaurante.

Foi massa!

Sem babá, alternamos a “guarda” do bebê enquanto todos almoçavam. Depois disso, as pessoas foram saindo e aí veio a grande festa.

Depois das 15:30hrs, o parque ficou vazio. Entramos no brinquedo com o Arthurzinho e brincamos até ele nos cansar. Nas minhas contas, mais de uma hora de batalhas e aventuras, rsrs.

Saímos depois das 17hrs do restaurante. Pra mim, foi memorável.
Paguei minha conta de R$ 183,00 e seguimos para casa com os presentes. Como diria meu amigo Marco Dedé, @esse_dia_foi_foda.

Foi lindo.

A pergunta que fica é: Foi lindo porque foi barato? 

Não. Lindo, porque a experiência foi incrível.

“Experiências nos fazem felizes, coisas não”. Tá aí uma afirmação bastante popular, que muitos concordam e replicam. Fica até bonito falar, é até politicamente correto... Porém, eu não concordo.

Na vida real, “coisas” também trazem felicidade. Pra mim, experiências coisas nos fazem felizes.

Do jeito que abordamos (negativamente) o fato de ‘ter coisas’, parece que estamos buscando uma desculpa por não conseguir tê-las. Cuidado.
A questão é ter acesso a experiências e coisas, com saúde financeira e saúde mental.

A pior coisa do mundo deve ser entrar em seu carro novo, no seu terno novo ou no seu sapato novo, e sentir remorso porque isso apertou todas as suas contas. Puts, tudo errado.

De qualquer forma, temos aqui uma pergunta de 1MM de dólares – como pode um planejador financeiro ter casado em um terno de uns seis mil reais? Ter um carro, em tempos de uber?
Faz sentido?

Sim, pode fazer. Sobre isso, quero conversar com você na próxima semana ;)

Por enquanto, reflita.

Ser simples não está nas suas roupas ou no seu meio de transporte. Trata-se de algo bem mais profundo.

Optar por não ser “tão simples”, pode ser algo mais duradouro, desde que isto esteja verdadeiramente alinhado com suas ambições reais.

Parecer simples enquanto seu eu interior está infeliz, não funciona no longo prazo. E, como já disse por aqui, trata-se de um jogo de longuíssimo prazo, lembra?

Pense nisso.

Sigo na torcida pelo seu sucesso. 
Seja ele o que for.

Forte Abraço,
Arthur Lemos

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