Alguma área da sua vida não vai bem.

Tive uma discussão rápida sobre o tempo em casa vs o tempo dedicado ao trabalho (algo relativamente comum a um empreendedor). Isso me fez lembrar de algo que é talvez a minha maior fortaleza quando o assunto é inteligência emocional.

Por coincidência encontrei neste último Sábado o meu amigo Pedro Tenório, que em meio a uma festa me abordou relembrando uma história e, também, esta minha característica.

A considero tão importante para o meu desenvolvimento, que irei compartilhar com você nesta edição da Carta do Fundador.

----

Como disse, alguma área da sua vida não vai bem. Por muitas vezes, estas áreas não andam bem por erros nossos. Isto é comum e acontecerá por várias vezes ao longo das nossas vidas – somos imperfeitos, errar faz parte.

Até aqui nenhuma novidade, mas a questão é que vivemos em Sociedade onde i) existe um hall de boas práticas que exigimos que todos sigam (as vezes, mesmo sem seguir), e ii) gostamos de julgar o próximo.

Mesmo não sendo perfeitos, quando estamos em grupos, falamos mal da imperfeição alheia.

Este julgamento é perigoso.
Quero falar sobre ele.

Em algum ponto você errou com sua esposa ou seu marido. Você já errou com o seu chefe. Errou com seus amigos, seus familiares, seus filhos. Errou com o seu trabalho.

Eventualmente algum destes erros se tornará público, e quando isto acontece, você se sente a pior pessoa do mundo. Porém,  pense comigo.

Se errar faz parte da sua característica humana e imperfeita, se sentir profundamente mal talvez não seja sequer saudável.

Isto não significa relevar ou ignorar os erros. Claro que não. Proponho aqui o que chamamos de reflexão construtiva.

Antes de se sentir a pior pessoa do mundo, lembre-se que se você errou com alguém importante, por mais que o erro tenha sido gigantesco, isto não te torna uma pessoa péssima, muito menos um(a) monstro(a).

Por sinal, sempre existirão pessoas torcendo para ver a nossa moral na lama.

Como exemplo, se você errou com sua mãe, isto não te torna um mal profissional, um mau irmão, um mau pai, um mau amigo...

Por mais que você se sinta a pior pessoa do mundo por ter errado com alguém importante, isso nunca anulará suas tantas outras qualidades.

Um ponto não anula os outros.

Este olhar tem me tornado um homem muito forte. Consigo enfrentar fardos enormes quando necessário porque consigo refletir de forma construtiva, e assim lembrar que meus erros estão sempre acompanhados dos meus vários acertos.

Para mim, esta postura é o cerne da minha antifragilidade.

Ou seja, aquilo que deveria destruir, acaba nos tornando mais fortes. No final do dia, os impactos de uma experiência intensa (positiva ou negativa), dependem da forma como você administra tudo internamente.

Me desculpe a franqueza agora – se para você este tipo de reflexão é bobagem, talvez você não esteja com a pele em risco.

Quem está no campo de batalha sabe o tanto que é importante o equilíbrio emocional. É indiscutivelmente determinante para qualquer sucesso duradouro.

--

Você é foda, apesar dos seus erros.
Nunca permita que os outros ameacem a sua moral.

Internalize isso, para o seu próprio bem – afinal de contas, os erros sempre existirão. Precisamos aprender a conviver com eles.
Alguma área da sua vida não vai bem.

Tive uma discussão rápida sobre o tempo em casa vs o tempo dedicado ao trabalho (algo relativamente comum a um empreendedor). Isso me fez lembrar de algo que é talvez a minha maior fortaleza quando o assunto é inteligência emocional.

Por coincidência encontrei neste último Sábado o meu amigo Pedro Tenório, que em meio a uma festa me abordou relembrando uma história e, também, esta minha característica.

A considero tão importante para o meu desenvolvimento, que irei compartilhar com você nesta edição da Carta do Fundador.

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Como disse, alguma área da sua vida não vai bem. Por muitas vezes, estas áreas não andam bem por erros nossos. Isto é comum e acontecerá por várias vezes ao longo das nossas vidas – somos imperfeitos, errar faz parte.

Até aqui nenhuma novidade, mas a questão é que vivemos em Sociedade onde i) existe um hall de boas práticas que exigimos que todos sigam (as vezes, mesmo sem seguir), e ii) gostamos de julgar o próximo.

Mesmo não sendo perfeitos, quando estamos em grupos, falamos mal da imperfeição alheia.

Este julgamento é perigoso.
Quero falar sobre ele.

Em algum ponto você errou com sua esposa ou seu marido. Você já errou com o seu chefe. Errou com seus amigos, seus familiares, seus filhos. Errou com o seu trabalho.

Eventualmente algum destes erros se tornará público, e quando isto acontece, você se sente a pior pessoa do mundo. Porém,  pense comigo.

Se errar faz parte da sua característica humana e imperfeita, se sentir profundamente mal talvez não seja sequer saudável.

Isto não significa relevar ou ignorar os erros. Claro que não. Proponho aqui o que chamamos de reflexão construtiva.

Antes de se sentir a pior pessoa do mundo, lembre-se que se você errou com alguém importante, por mais que o erro tenha sido gigantesco, isto não te torna uma pessoa péssima, muito menos um(a) monstro(a).

Por sinal, sempre existirão pessoas torcendo para ver a nossa moral na lama.

Como exemplo, se você errou com sua mãe, isto não te torna um mal profissional, um mau irmão, um mau pai, um mau amigo...

Por mais que você se sinta a pior pessoa do mundo por ter errado com alguém importante, isso nunca anulará suas tantas outras qualidades.

Um ponto não anula os outros.

Este olhar tem me tornado um homem muito forte. Consigo enfrentar fardos enormes quando necessário porque consigo refletir de forma construtiva, e assim lembrar que meus erros estão sempre acompanhados dos meus vários acertos.

Para mim, esta postura é o cerne da minha antifragilidade.

Ou seja, aquilo que deveria destruir, acaba nos tornando mais fortes. No final do dia, os impactos de uma experiência intensa (positiva ou negativa), dependem da forma como você administra tudo internamente.

Me desculpe a franqueza agora – se para você este tipo de reflexão é bobagem, talvez você não esteja com a pele em risco.

Quem está no campo de batalha sabe o tanto que é importante o equilíbrio emocional. É indiscutivelmente determinante para qualquer sucesso duradouro.

--

Você é foda, apesar dos seus erros.
Nunca permita que os outros ameacem a sua moral.

Internalize isso, para o seu próprio bem – afinal de contas, os erros sempre existirão. Precisamos aprender a conviver com eles.


Conte comigo.
Torço por você.

Abraços,
Arthur Lemos.

Conte comigo.
Torço por você.

Abraços,
Arthur Lemos.