Steve Jobs ajudou a fundar a Apple em 1976 na garagem da casa dos seus pais, foi expulso da empresa em 1985 e voltou para (quase que) salvá-la da falência em 1997. Neste intervalo, contribuiu com a transformação de várias indústrias: computação pessoal, filmes de animação, música, telefones, publicação digital e lojas de varejo. 

Evidente que existem inúmeras lições a serem aprendidas com sua trajetória. Talvez eu traga outras lições que guardei a partir da história do Jobs aqui para a Carta do Fundador. O que você acha? 

Nesta Carta, quero falar sobre a importância de respeitar os produtos e colocá-los à frente dos lucros. 

Como dito pelo Jornalista Walter Isaacson em seu livro As Verdadeiras Lições de Liderança, quando Jobs e sua pequena equipe projetaram o Macintosh original, sua missão era fazer algo "absurdamente bom". Não se tomavam decisões baseados em análises de "custo-benefício". 

Disse Jobs: "não se preocupe com o preço, apenas especifique as funcionalidades do computador". 

Ficou famosa a frase que ele escreveu em um quadro branco em seu primeiro retiro com a equipe de desenvolvedores do Mac: "não faça concessões". 

Havia uma clara orientação pela qualidade e pela experiência do usuário/cliente. 


Ano de 1985

A máquina resultante era cara demais, levou à expulsão de Jobs da Apple. Não fazia sentido tantos gastos associados ao desenvolvimento daquela máquina, assim como de outros produtos. 

A história você já conhece. Com o tempo, percebemos que fazia total sentido. O Mac fez uma marca, contribuiu diretamente para uma incrível aceleração na indústria de computadores pessoais. 

"A primeira coisa é concentrar-se em fazer um bom produto, os lucros virão depois". 
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Quando Jobs foi expulso da Apple, John Sculley assumiu a presidência da companhia entre 1983 e 1993. Sculley era presidente de Marketing e Vendas da Pepsi antes de entrar na empresa. 

Conta a história que após a saída de Jobs, Sculley se preocupou mais com a maximização dos lucros do que com qualquer outra coisa. 

Jobs chegou a dizer que "quando o pessoal de vendas dirige a empresa, o de produtos deixa de ter importância, e muitos simplesmente perdem o interesse. Aconteceu isso na Apple quando Sculley assumiu, e foi culpa minha, e aconteceu na Microsoft quando Ballmer assumiu". 

Quando Jobs retornou, a Apple voltou a se concentrar em fazer produtos inovadores. Assim pudemos acompanhar o lançamento de obras como o iMac, ipod, iphones, ipad... 

Perceba que a visão do Jobs não é romântica. Não quer dizer que os Lucros não importam, claro que não. Ganhar dinheiro inclusive nos permite investir mais em produtos. 

Às vezes nos deparamos com lições de gigantes como Jobs & Apple e imaginamos que isto é aplicável apenas aos gigantes. Errado, até porque, os gigantes já foram menores.  

Eu não conheço nenhum treinamento sobre investimentos tão bem estruturado quanto o Contragolpe Financeiro©. 

Não conheço nenhum treinamento sobre Oratória tão impactante quanto o Oratória Persuasiva©. 

Me refiro a qualidade das aulas, da qualidade das edições, da didática e roteiro. Além, é claro, do conteúdo. 

Evidente que há um custo pra fazer um treinamento muito bom. 

John Sculley poderia me perguntar: "Mas Arthur, por que incorrer nesse custo se a Empreender Dinheiro está apenas no início da sua trajetória?". 

É justamente porque estamos no começo. 
E que isso não mude com o tempo. 

Produtos nos levam aos lucros, não o contrário. 
Pense nisso. 

Seguimos juntos. 
Conte com a minha torcida

Abraços,
Arthur Lemos.
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