Se você não viu a postagem, um breve resumo: destaquei a importância de questionar se o educador(a) do outro lado é patrocinado(a) de alguma forma por alguma instituição financeira. Quando isso acontece, temos um problema.

 

Isto é tão sério, que os principais nomes que tratam do assunto hoje, fizeram parcerias com instituições financeiras (Cerbasi, Bona, Nigro, Arcuri, Mirna, Perini, Pit Money). Isto sem mencionar uma centena de micro-influenciadores que venderam seus passes precocemente. Sobraram poucos.

 

Primeiro ponto – mencionar estes profissionais não é, sob nenhuma hipótese, uma crítica. Este julgamento fica por sua conta. Estou apenas constatando algo que é público.

 

Inclusive, eu entendo muitos deles. A maior parte dos "influenciadores financeiros" começaram com pouquíssimo fôlego financeiro. Uma frase minha que foi um dos meus combustíveis para criar o Programa ContraGolpe financeiro: "Sua principal referência em Educação Financeira não enriqueceu como você imagina". Pesado, porém assertivo em 95% dos casos nos dias atuais.

 

Desta forma, a pergunta de 1MM de dólares: Como recusar patrocínios de corretoras e bancos, quando se tem pouco dinheiro e o sonho de ser reconhecido?Impossível.

 

Veja, sobre vida real – querer dinheiro é legítimo.

 

Desta perspectiva, outra coisa me incomoda: os micro influenciadores não sabem fazer acordos – fecham contratos para receber merreca. Do meu ponto de vista, não conseguem precificar a audiência e receita que geram para as corretoras.

 

O fato é que o que chamo (popularmente) de conflitos de interesses, é uma visão ingênua da coisa. Nem tento explicar isto nas redes sociais porque acredito que não há espaço.

 

O Banco, a Corretora, o influenciador patrocinado... Em todos os casos, o interesse é um só: o lucro. Trata-se de um alinhamento de interesses, isso sim.

 

Lição do dia: não adianta reclamar, faz parte da dança. Funciona desta forma. Ou seja, na área financeira (acredito inclusive que isto se aplica a várias outras áreas), busque um mínimo de conhecimento para alcançar autonomia e não dependercegamente da opinião e das recomendações de terceiros. Outra frase que gosto de usar: "alugar conhecimento no mercado financeiro, custa caríssimo".

 

"Arthur, e você, não tem nenhum problema com conflitos de interesses"?

 

Se você pensou isto, bom sinal. Se não pensou mas tem curiosidade pela resposta, bom sinal também. Vamos lá.

 

Claro que há conflito de interesses em nossa relação. No entanto, do meu ponto de vista, um conflito de interesses muito mais justo para o investidor.

 

Se você me perguntar qual Curso de Investimentos você deveria fazer, entre algum Programa Educacional da Empreender Dinheiro vs de algum dos influenciadores acima, adivinhe minha resposta? Claro que vou sugerir o nosso.

 

Posso argumentar (com veracidade) que estou convencido que nenhum deles estudou tanto o processo de como os adultos aprendem, roteiro, além de não serem independentes. Porém, o maior argumento será a minha defesa pelos interesses econômicos da ED. Funciona assim.

 

Com isto dito de forma absolutamente transparente, espero ter alcançado meu objetivo com esta Carta: sempre que você identificar um influenciador independente como eu, questione a validade das suas recomendações. No entanto, quando se deparar com um influenciador que tem vínculo com instituições financeiras, questione suas recomendações infinitas vezes. Simples assim.

 

Isto serve para "influenciadores" de todos os portes.

 

Espero que você faça vários treinamentos comigo, de verdade. 
Porém, espero ainda mais que você tenha sucesso em seus investimentos.

 

Conte comigo,
Forte Abraços.


Arthur Lemos

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